Ek3rtuR91: Quem é?
$ofi@: A maçã!
Ek3rtuR91: Bom te ver de novo! Já estava com saudades! =)
$ofi@: Sei... Como estão as aulas? Esta se divertindo?
Fazendo amigos?
Ek3rtuR91: Um tédio! É ruim ser mais esperto que seus
colegas de classe, que os professores... =(
$ofi@: Você precisa do diploma, você precisa do disfarce e
acima de tudo: tava na hora de sair do Rio. Já tinha gente na sua cola. Você já
tinha aprontado demais. Aqueles Morcegos ainda tão te procurando online a na cidade. Mas dei um jeito de
despistar eles pra ti.
Ek3rtuR91: Conseguir vencer o Cicada foi ótimo. Mas não
entendi tudo ainda. É muita coisa, muita informação! Parece que foi só a ponta do iceberg! Que diabos é MANA, Sofia?
$ofi@: Pergunta abstrata, Ek3rtuR91! Mas pensa que é
combustível! Combustível pra você!
Ek3rtuR91: Eu vi nuns fóruns da Deepweb. Achei até umas
oração pra conseguir, só que tem que se cortar! Fiquei cismado! =/
$ofi@: Também sou cismada com isso! Quando preciso eu vou
até um lugar aqui e tals! Mas na ausência... talvez seja bom tentar! Lembre-se
do que eu sempre digo!
Ek3rtuR91: NUNCA SEJA PEGO DESPREVINIDO! Eu sei... talvez eu
tente!
$ofi@: Depois me diga como foi! Se funcionar também vou
tentar! Vou indo! Se cuida! xoxo
A tela ficou escura... como se o computador tivesse simplesmente desligado. Ele
pegou um pedaço de papel meio amassado sob uma lata de Coca-Cola, onde umas
palavras em uma língua estranha estavam escritas. Abriu a gaveta atrás de um
estilete.
Segurou-o, puxou a manga do moletom:
- Será que tenho que desinfetar esta coisa?
Juraria que escutou a voz de $ofi@ chamando-o de idiota.
- Impia mamadme rectum drisco moesto – E começou a se
cortar, para seu espanto não foi sangue que começou a surgir timidamente, mas
sim uma luz azul bruxelante, que foi aumentando conforme ele recitava o restante
das palavras – moesto dricmia volante gropous uctiumae.
Repetiu as palavras mais 2 vezes e cada vez sentia menos dor e mais prazer,
mais força. Ele não podia ver, mas seus próprios olhos emanavam aquela luz azul
e todos seus gadgets escreviam fantasmagoricamente as palavras que saiam de sua
boca.


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